Mosteiro de Bravães
Mosteiro de Bravães
Um antigo mosteiro beneditino que foi encomendado por D. Vasco Nunos no final do século XII, e que foi estabelecido como um elogio templário, passando nessa altura também o mosteiro aos cónegos regulares de Santo Agostinho. Conforme referido nas “Inquirições” de 1258, D. Afonso Henriques tinha guardado o mosteiro antes de 1180. No século XV o mosteiro fechou, com o que o edifício foi reduzido à igreja paroquial.
Da sua construção, destaca-se o portal principal, decorado com motivos figurativos e geométricos. Por outro lado, as figuras humanas que aparecem em dois fustes, frente a frente, merecem destaque pela sua raridade no panorama do românico português.
Indiscutivelmente reconhecida como uma das obras-primas da arte românica portuguesa, classificada como Monumento Nacional desde 1910, a igreja de Bravães é um monumento bem preservado de inegável importância histórica regional e excecional valor científico e patrimonial. Além disso, está incluído na Rota do Românico do Norte de Portugal.
Localização
Lendas / Histórias relacionadas
Informação de interesse
Livre acesso exterior e interior condicionado à disponibilidade e horário de funcionamento dos comércios. O mosteiro fica a apenas 4,5 km do centro da capital da cidade, continuando para oeste pela N203.
Bibliografia
Almeida, Carlos Alberto Ferreira de, A Igreja Românica de Bravães, s.l., s.n., s.d., pp. 223-238 (texto copiado).
Almeida, Mª. José Pérez Homem de, San Salvador de Bravães: una encrucijada en el románico portugués, Porto, Centro de Estudos Humanísticos, 1984, pp. 317-339.
Bandeira, Filomena e Noé, Paula, “Igreja de Bravães” (Nº IPA: PT011606030001), 1996, Inventário do Património, URL: www.monumentos.pt
Mosteiro de São Salvador de Bravães. Disponível em: https://www.romanicodigital.com/sites/default/files/pdfs/files/portugal_PONTE_DA_BARCA-VIANA_DO_CASTELO.pdf

